Num tempo em que comemoramos a Encarnação do Verbo, onde a Palavra de Deus chega à sua plenitude (isto para quem acredita, claro), reassume-se o valor da palavra. Aquela realidade mágica que nos pode levar à Lua, fazer sonhar, mas também ficar triste, matar a alegria de viver. Haverá maior crime que o homicídio? E o homicídio verbal??...
Deixo um vídeo da Diana Andringa, de excelente qualidade, que mostra como as palavras fazem a realidade e como as palavras são acolhidas de acordo com a «realidade» que temos na cabeça.
Vá lá... Façamos Natal. Não acreditas em Deus? Procura, ao menos acreditar nos homens.
23 dezembro 2009
Natal!!
14 dezembro 2009
10 dezembro 2009
Mensagem de Natal de 2009
Cartão com a Mensagem de Natal do Senhor Arcebispo, com o convite para ser impresso e disponibilizado em todas as Comunidades.
05 dezembro 2009
24 novembro 2009
João Crisóstomo e a tristeza, num tempo em que não havia depressão

João Cristósomo (349-407) escreveu sobre a tristeza. Mas só escreveu sobre a tristeza porque a palavra depressão ainda não tinha sido inventada.
“A tristeza, na realidade, é para as almas um local horrível de tortura, uma espécie de dor inexplicável, castigo mais amargo do que todos os tormentos e penalidades.
Assemelha-se a um verme venenoso que corrói não somente a carne mas também a própria alma, e não só tritura os ossos como a mente.
A tristeza é um carrasco perpétuo que não rasga as costas mas arruína o vigor espiritual. É uma noite contínua e trevas sem luar; é tempestade, agitação, fogo secreto mais ardente que qualquer chama, guerra sem tréguas, doença que sombreia a maioria das coisas visíveis. O sol, porém, e a limpidez da atmosfera para os assim mal-dispostos parecem importunação e o pleno meio-dia compara-se à noite profunda”.
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