
E esta, heim?!?
Um blogue onde se pretende fazer um caminho com todos aqueles que assumem como sua a missão de suscitar a fé.
- Aprenda a fixar os nomes dos catequizandos. O nome de uma pessoa muito importante para ele e indica o seu interesse por ele.
- Faça para que todos se sintam bem na sua presença.
- Adquira a capacidade de manter a calma e de não se perturbar facilmente.
- Não seja egoísta. Não dê a impressão de saber tudo. Seja natural e humilde.
- Torne-se atraente e alegre.
- Modele a sua personalidade de forma a evitar toda a agressividade.
- Tente remediar qualquer mal-entendido presente ou passado.
- Exercite-se no gostar das pessoas.
- Nunca deixe de se congratular e elogiar os êxitos dos outros e de expressar a sua solidariedade nos momentos difíceis.
- Procure ser sempre uma pessoa que vive da fé, para ter algo de mais transcendente a dar aos catequizandos.
(Adaptação de N.V. Peale)
1. Ri com os teus filhos. Saboreia o encanto da sua maneira infantil de ver o mundo.
2. Estabelece a prioridade de dar (e receber) mais abraços, beijos, palmadinhas amigáveis e carícias.
3. Procura ter tempo para estar com cada membro da família. Aprender a conhecerem-se como indivíduos ajudá-los-á a apreciarem-se e apoiarem-se mutuamente.
4. Quando as exigências dos teus filhos vão desgastando a tua paciência, pede a Deus que te ajude a ter calma e conta até dez (ou até 100 se for preciso).
5. Sê solidária com os professores e os educadores dos teus filhos.
6. Distribui as tarefas domésticas de forma equitativa entre os membros da tua família. Caso contrário, corres o risco de te tomares numa mártir (limpando o que os outros sujam, tratando de tudo e de todos).
7. Reserva algum tempo para estares com o teu marido. 0 melhor presente que os pais podem dar aos filhos é uma demonstração de como amam e são amados.
8. Oferece a ti mesma um «dia de luxo» (demora o tempo que quiseres num banho de espuma, no cabeleireiro, etc.).
9. Conviver com outras mães servirá de conforto e apoio para o teu papel de mãe.
10. Não deixes que as preocupações excessivas e os pensamentos de ansiedade te roubem a alegria da maternidade (ensina os teus filhos a serem cuidadosos; depois confia que Deus os protegerá na tua ausência).
11. Ensina os teus filhos a distinguirem entre os seus desejos e as suas necessidades. Incute neles o valor da gratidão pelas muitas bênçãos recebidas pela sua família.
12. Aceita a maternidade como um privilégio e a tua família como um dom precioso. Se algum dia tudo te parecer demasiado agitado, lembra-te que as recompensas são abundantes.
13. Reserva tempo para saborear as recordações que vocês criaram como família. Vendo filmes da vida familiar, fotografias dos bebés e recordando os dias passados, estarás a alimentar o sentido da história e um sentimento de pertença na tua família.
14. Faz planos com os teus filhos. Conversa com eles acerca do seu futuro. Aprende com eles a ser optimista e idealista. Antecipa a emoção de assistir ao cumprimento dos seus melhores sonhos e esperanças.
15. Se aprecias os teus filhos como as criações maravilhosas que eles são, tudo o resto se resolverá por si mesmo. Ama os teus filhos, porque a única coisa que importa e permanecerá é o amor.
(Texto adaptado do livro «Conselhos para mães atarefadas» De Molly Wigand Carla Maria Pereira Coelho Cardoso ? Viseu (Mãe do Tomas e da Madalena) In: Jornal da Família, Ano XLV, n.º 517, Maio de 2005, 7).
A Agenda CATEQUISTAS publica nas últimas páginas uma grelha de leitura do documento dos Bispos portugueses sobre a catequese: Para que acreditem e tenham vida. Está um texto interessante, que passo a transcrever.


Se não perderes a cabeça quando todos à tua volta
A perderem e te culpam por isso;
Se mantiveres a confiança quando todos de ti duvidam,
Sendo porém tolerante para com a sua desconfiança;
Se puderes esperar sem que a espera te fadigue,
E rodeado de falsidade não enveredares também pela mentira,
Ou sendo odiado não cederes ao ódio,
E contudo não pareceres demasiado bom ou sabedor;
Se conseguires sonhar - e não ser dominado pelos sonhos;
Se souberes pensar - sem que pensar seja o teu objecto,
Se conseguires lidares com o Triunfo e o Desastre
E tratar esses dois impostores por igual;
Se puderes suportar ver a verdade que falaste
Distorcida por patifes e feita embuste para tolos,
Ou ver por terra aquilo a que dedicaste a vida
E inclinares-te para o reerguer com ferramentas já gastas;
Se fores capaz de reunir todos os teus ganhos
E arrisca-los de uma só vez, cara ou coroa,
E perdendo, começares tudo de novo
Sem uma palavra sobre as tuas perdas;
Se conseguires forçar o teu coração, os teus músculos e fibras
A subsistir muito para além dos limites
E assim resistir quando já não resta
Senão a Vontade que lhes comanda: 'Resisti!'
Se souberes falar com a turba sem abdicar da rectidão
E no convívio dos reis não perderes a simplicidade,
Se nem adversários nem amigos queridos te puderem magoar,
Se todos os homens contarem para ti, mas nenhum demasiado;
Se puderes preencher o minuto inexorável
Com sessenta segundos de corrida de fundo,
Tua será e Terra e tudo o que nela há,
E, mais que isso, meu filho, serás um homem!
Suzanne Chazin
